Jaime Palhinha, é um
dos mais profundos conhecedores de cinema do Brasil,
com especial predileção pelos clássicos de Hollywood
e pelos filmes de terror.
Desde 1981, quando estreou profissionalmente na imprensa escrita, colabora
para revistas e jornais, e seu gigantesco acervo de fotos e cartazes cinematográficos,
são esporadicamente solicitados para ilustrar matérias referentes
ao assunto. Morou 13 anos na Europa, (portugal) onde escrevia para o jornal
‘chaminé do algarve’ e era correspondente da revista especializada
em ‘westerns’, ‘mocinhos e bandidos’. De volta ao
Brasil, começa a escrever para a revista ‘cine monstro’
e outras, estando desde 2007 como principal articulista da seção
‘por onde anda’ da revista ‘flash news’, que resgata
ícones da cultura brasileira que estão fora da mídia,
e também a coluna ‘lendas de Hollywood’. A especialidade
de Jaime Palhinha é a nostalgia, e muitos o consideram o único
jornalista do país especialista nesse assunto. ‘o passado nunca
esteve tão na moda como hoje’ diz.
Jaime aos 56 anos, (nasceu em 2 de setembro de 1952) está escrevendo
seu primeiro livro, sobre Joan Crawford, sua atriz favorita, intitulado ‘Joan
Crawford no Brasil, e seus filmes de terror e suspense’.
Agora, através desse seu site, coloca à disposição
do grande público de colecionadores e fans, seu fabuloso acervo de
filmes do passado para venda ou troca – ‘o cinema de hoje, praticamente
não existe, é uma piada de mau gosto. Não há mais
verdadeiras ‘estrelas’, grandes personalidades, ‘mitos’
– hoje só há ‘vômitos’, e por isso a
nostalgia está na ordem do dia.
O público quer ver os filmes de Barbara Stanwyck, Bette Davis, Greta
Garbo, Marlene Dietrich, Susan Hayward, Olivia de Havilland, Tyrone Power,
Robert Taylor, Ingrid Bergman etc – dos ‘ícones’
do terror, Vincent Price, Boris Karloff, Bela Lugosi, Peter Cushing, Christopher
Lee, etc, de diretores antológicos como William Castle, Curtis Harrington,
Freddie Francis, Terence Fisher, Reginald Leborg e outros, sem falar é
claro, da grande ‘diva’ a única e incomparável miss
Joan Crawford, a favorita de todos.
‘quem renega o passado não merece o futuro, e quem não
tem passado não tem história’, finaliza Jaime.